Aparentemente, a madrugada consegue me fazer mais inteligente e a inteligência, nossa! Queria muito falar sobre isso.
Escrever é um ato solitário. Você realmente acha que, se alguém falasse sobre essas coisas, eu estaria aqui?
Tem quem fale, tem quem fale.
Infelizmente, tem quem fale, e que Deus abençoe esse punhadinho de gente que me faz ter algum tipo de esperança nas conversas jogadas fora - Conversas essas que você joga fora, mas que nunca se jogam fora e marcam nossos corações em letras que tomam o formato de palavras e frases, e essas frase ecoam.
Ão.
Ão.
Ão.
E a gente quer esquecer.
Mas enquanto existir papel e caneta a solidão.
Ão.
Ão.
Perdão, me empolguei.
A solidão, não me pega não.
Ão.
Ão.
Parei, eu juro.
Falando sério, eu só queria falar sério.
E nada de sentimento de superioridade, não, de forma alguma, mas eu queria mesmo falar que, olha:
Cadê você?
É libertadora a consciência de que o que escrevo nunca é lido.
Ler? As pessoas não ligam para isso e eu? Eu acho melhor mesmo. Me sinto presa, se lida. Prefiro assim, prefiro assim, mas eu perderia umas 2 horas falando contigo, mas cadê você?
Deve estar passando a noite junto com meu sono, bem longe daqui, mas são duas da manhã e eu não perco meu tempo perseguindo meu sono, dou a ele liberdade de me deixar quando quer, até porque Deus sabe que dormir é bom, mas obrigada Deus por essa pitadinha de alguma coisa que você colocou em mim que me faz estar aqui. Ser como eles seria de partir o coração.
Ah, esqueci.
Ponto.
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